quarta-feira, 20 de janeiro de 2010


"... e foi então que sentiu medo.E disse "EU".Tornando-se dois..........mas lá,do outro lado da margem que, enfim ,ele encontrou o que procurava......."

domingo, 3 de janeiro de 2010


Novos portais que se abrem,numa neblina tão densa que a cortaríamos com uma faca.A noite é testemunha de poesias escritas em páginas de pele limpa;um sopro do abismo do homem em queda.E o medo mesmo se dissolve na lava,e torna-se esqueçido.Uma Deusa de coágulos e lápis-lazúri sussura meu nome,através das árvores da colina.As árvores conheçem sua voz,e talvez seus olhos.Só o sussuro chega até mim,sinto flutuando em vapores furta-cores.Me entrego.E assim por entre um ministério de antigos elementares da Terra,eles me dizem num tom lúgubre e penoso,arfando demoradamente............................................................................................."quando a noite cospe sangue,tudo se dissolve num átomo de instante..........