segunda-feira, 2 de março de 2009


Nomades e a Sociedade Branca
Em meio aquela fajuta historia de viver sobre condições e regras que proibiam o contato mais proximo da lava,Conviver com policiais que nos roubavam e vendiam nosso principal instrumento oferecido pelo deus fogo, e sobreviver sem os requintes da sabedoria livremente sobre os asfaltos, o tapete negro daquela classe infame, nós conseguimos ainda hoje nos habitar em um terra fertil sem sorrir.De longe, eles nos jogavam os restos de seus alimentos, e nos observavam,até mesmo nos apostavam em jogos, porem, nós mentes lucidas e malditas, conseguimosver atravez de uma quarta visão (a visão verde) uma luz com bordas acizentadas,que nos contavam de ponta a ponta a verdade que os demais macacos negros não sabiam,nós eramos inventados, e graças a deus diamba, nós conseguimos sair desse mundo cheio de mentes escritas, e é chegada hora desse cosmos verde ser revelado! O Ritual sagrado jamais será descrito aqui, mas daremos as notas principais para uma conscienciacanabica liberta. Não se alimente da carne que lhes oferecem, nem dos medicamentos,nem das informações distorcidas. Deus Diamba ja dizia, 'Um corpo sedado, jamais perturbado'Des dos primordios piratas, ja nos perguntavamos onde era nosso lugar nessa escória toda,e como sempre (sem se esquecer de seus dicipulos) ele estava la para trabalhar em uma causa não só horticultural,mas tambem espiritual, e por isso estamos aqui para enganar o mau sem qualquer sentimento, desse modonão trabalhando esforçadamente, não se dando o luxo de preocupação com o proximo, apenas procurando a paz stoner interior,o calor está ai, o medo esta aí, e a oferenda negra também, saiba usufluir do poder sem sentimentos e com conhecimento, e por uma questão de segundos quando sua mente não tiver mais limites, sairá por uma porta negrae entrará em um mundo verde de cobiças, sabedoria, prazeres e paz.

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