domingo, 29 de março de 2009


O Manifesto Diamba Negra

Com quantos pulmões se faz um coração feliz? Com quantas mãos se cava um tumulo? Quem paga por ele? Ou por isso? Entorpecido eu apelo à maldade, catuaba maldita, honrarei em seu nome, até o fim de meus dias.
Um murro na tua boca eu darei, pois ela não te serve mais, você passou por momentos em nossa companhia, e nos deprimiu com sua boca grande em nos fazer perder o equilíbrio místico por besteiras ditas, “Morte ao talarico falador! Não corromperás meu ritual cabalístico, nunca mais!” – Behemoth Gandja, o lorde já deixava claro á seus apóstolos o dever de eliminar todo ser comedião de sua paciência mundana.
O Desespero deve ser ignorado quando a euforia e fúria chegar, ela te seduz e conduz a raiva que te faz querer fazer. Seus músculos já não respondem mais o que sua mente deseja, e você dedica cada segundo de brisa mortal a sua vida, traçada por um voraz nebuloso sentimento desconhecido que se manifesta, a qual eu me sacrifico.

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